Fundação Hemope sedia I Fórum de Ouvidores/Ombudsman de Pernambuco

Data de Publicação: 27/02/2019

Com o objetivo de agregar e difundir conhecimentos sobre temas ligados a ouvidoria, foi concretizado no auditório da Fundação Hemope, na última
quarta-feira, 23 de setembro, o I Fórum de Ouvidores/Ombudsman de Pernambuco realizado pela Associação Brasileira de Ouvidores/Ombudsman em parceria com a
Fundação Hemope. Antes da abertura do fórum, houve uma apresentação da banda Diaszens, que executou um repertório composto de famosos chorinhos.
Em seguida, a mesa foi composta pela presidente da Associação Brasileira de Ouvidores (ABO) seccional de Pernambuco, Zélia Galvão; a ouvidora geral do
estado, Karla Júlia; e o professor e primeiro Ouvidor Geral da UFPB, Rubens Pinto Lyra. Na ocasião, Zélia agradeceu a todos os participantes e falou sobre
o papel do ouvidor em uma empresa. “O papel do ouvidor é ser um intermediário entre o gestor e a população. É ele que dá assistência às pessoas”, disse
Zélia.

Enquanto Karla Júlia parabenizou a presidente da ABO, pelo trabalho que ela vem desenvolvendo junto aos ouvidores do estado e elogiou a iniciativa do
encontro. “O fórum estimula a formação da rede estadual de ouvidorias públicas e privadas. O evento é também de grande importância para a consolidação da ABO
em Pernambuco”, afirmou.

Palestras – A primeira palestra foi ministrada pelo professor Rubens Pinto Lyra, que abordou o tema “Ouvidoria como Instrumento de Mudança”, onde o
palestrante falou da definição geral da Ouvidoria, funcionalidade e evolução. Finalizando a programação, houve a segunda palestra, ministrada pelo professor e
administrador, com mestrado em gerência organizacional, pós-graduado em Administração Pública pela Faculdade Getúlio Vargas (FGV), Otto Benar,
abordando o tema: “Ouvidoria como Ferramenta Estratégica de Gestão”. “A ouvidoria não substitui os mecanismos típicos do controle e da avaliação da
administração em uma empresa, mas é a percepção do público na avaliação de sua efetividade”, disse Otto.

O professor ainda fez uma analogia da ouvidoria com uma história do médico Luiz Gonzaga dos Santos, um dos fundadores do Hemope. “O ouvidor se destaca não pela
quantidade atendida e sim pela qualidade no atendimento. Como exemplo, lembro que um dos fundadores desta Instituição, Luiz Gonzaga dos Santos fez de tudo
para importar seringas da Suécia, embora o produto fosse produzido no Brasil, uma vez que o produto importado causava menos dor ao doador. O papel do ouvidor
é exatamente este, de buscar sempre o melhor para seu cliente”, ressaltou o professor.

Em ambas as palestras, houve debates onde os palestrantes responderam as perguntas ou acrescentaram comentários aos discursos feitos pelos
participantes.

Fonte: Assessoria de Imprensa do Hemope